21 de dez de 2009

ODEEEIO...

... quando as pessoas falam "Adoooro!". Pura falta de saber como dar continuidade à conversa. Sem dizer que já foi a época em que isso chegou a ser engraçado. Renovação de vocabulário já!

16 de dez de 2009

PERSEVERANDO NO ERRO

Se Moco for revisor(a), não volta jamais!

15 de dez de 2009

OLHA O MERCHANDISING AÍ, GENTE...

Tá na boca do povo:
“O Cacau é Show”!
Sou Rosas, Rosas de Ouro
Meu sabor te consquistou!

(Ctrl+C ctrl+V do site da Rosas de Ouro)

E pode?

12 de dez de 2009

O CÃO & LE CHAT

Rua São Bento, centro, São Paulo


Rue Saint-Séverin, Quartier Latin, Paris

9 de dez de 2009

ATUALIZAÇÃO URBANÍSTICA

Por que não trocar o nome Rua do Ouvidor, presente no centro velho de tantas cidades Brasil afora, por Rua da Ouvidoria ou mesmo Rua do Serviço de Atendimento ao Consumidor? Uma homenagem dessas seria mais do que bem-vinda para algo tão presente na nossa vida hoje em dia...

3 de dez de 2009

A HORA DA ESTRELA

Fui acordado hoje com a triste notícia da morte da Leila Lopes. Um vazio no estômago bizarro, ainda mais para quem estava na contagem regressiva pro aniversário de dez anos de seu famoso acidente com a Berenice (dia 19 de dezembro de 1999, "uma tarde de domingo linda, maravilhosa, um sol belo, azul, 17 horas").

Leila Lopes foi uma espécie de Macabéa destes tempos de vale-tudo-para-estar-na-mídia. Pena que ela mesma não suportou!

*
Clodovil Hernandes, Michael Jackson, Lombardi, Leila Lopes... meu Deus! De repente todas as referências estão indo embora!

1 de dez de 2009

MODO DE PREPARO

Pegue uma massa encefálica razoável. Não precisa ser a pior, mas também não vá desperdiçar seu dinheiro comprando a melhor. Corte lentamente e reserve. Como recheio, uma medida completa de querer cuidar da vida dos outros e outra de inveja. Misture bem. Aos poucos, acrescente a vontade de sempre se dar bem e de levar vantagem sempre que possível. Ponha também uma porção generosa de querer parecer sofrido. Aliás, pode ser uma porção de querer parecer qualquer coisa. O importante é que queira parecer. Junte a supervalorização do sexo, a pagação de pau pros Estados Unidos e uma dose grande de tendência a ser corruptível (na maioria das vezes este produto vem na mesma embalagem da vontade de sempre se dar bem). Com o recheio colocado em seu lugar, passe para a cobertura. Pincele hospitalidade, simpatia e capacidade de trabalhar mais do que o comum (atenção, não compre a capacidade de trabalhar pelo amor ao trabalho, mas sim aquela originária da falta de questionamento). Para o toque final, polvilhe malemolência, deixando dourar por uns 500 anos. Pronto! Sua receita de cabeça de brasileiro já pode ser servida!